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Quinta-feira, Fevereiro 07, 2008

Brasil, o país do Carnaval – E da insegurança

Ano passado escrevi um comentário sobre nossa paixão pelo carnaval (http://contextomoderno.blogspot.com/2007/03/o-pas-do-carnaval.html) e como convertemos tudo em festa. Enquanto outros aspectos de nossa existência nacional são completamente obliterados em nome do entretenimento e da festança.

Acabo de ouvir (4 de Fevereiro) no Jornal da noite da rede Bandeirantes que o Carnaval carioca, o mais famoso do mundo, recebeu do governo federal um investimento de 15 milhões de reais, 5 milhões de reais do município e mais alguns milhões do Estado fluminense (não me lembro o valor direito, portanto não vou chutar). O que importa mesmo é o calculo feito pelo telejornal expondo a flagrante discrepância. O valor doado pelo governo brasileiro seria capaz de comprar 180 ambulâncias ou 900 viaturas militares para a sucateada policia carioca. Eu sei, eu sei. Não quero ser aquele que tira do povo sua única razão de festa e entretenimento, mas não me venha reclamar de tantos gastos fúteis do estado brasileiro com o que quer que seja, enquanto você pula inconseqüentemente em uma festa cujo único propósito é esquecer a realidade. Melhor do que esquecê-la não seria resolvê-la?

Vi também durante esse carnaval uma cena que nunca tinha visto em toda a minha vida, e acho que não verei em outro lugar do mundo... Nasci e morei no Rio de Janeiro, mas nunca estive presente em um período de Carnaval, portanto, não fazia idéia do que acontecia na cidade neste período. O que mais me impressionou foi o fato de ser o feriado mais sagrado da cidade. Nunca, em momento algum da cidade encontramos todas as lojas fechadas, até em shoppings. Nem mesmo durante o Natal ou Ano Novo, esses fenômenos ocorrem. Mas a cena mais assustadora que eu havia citado acima foi a presença de tapumes de madeira tapando todas as entradas, saídas e janelas de bancos. O que prova a ausência de todo o tipo de segurança para o local. Em outras palavras, o “mundo pára” durante este período do calendário. Incrível.

Me impressiono, também, com a capacidade de insatisfação da população com os gastos públicos, enquanto muitos dos gastos públicos são essencialmente causados pela própria população. Enquanto jogarmos lixo no chão, pularmos carnaval e votarmos mal, seremos sempre punidos com gastos absurdos em coisas fúteis ou que podem esperar, ou quem sabe ser substituídas por melhorias diretas para nossa vida como por exemplo: 900 viaturas, 180 ambulâncias ou melhorar os salários dos policiais e etc...

Não tenho nada contra a alegria e o entretenimento do povo, mas que isso não seja nossa prioridade, nem atrase nosso progresso. Talvez se focarmos em nossas reais necessidades hoje, possamos festejar mais amanhã.

Sexta-feira, Janeiro 11, 2008

O Preço da Segurança.

Faz tempo que não faço nenhum comentário político ou econômico aqui, mas alguns dias que passei no Rio de Janeiro me levantaram questões nestes tópicos.

Temos gasto muito dinheiro com segurança. Cada Brasileiro que paga honestamente seus impostos, e que espera do Estado um nível mínimo de segurança, tem gasto muito mais do que percebe em segurança. Dos impostos ao flanelinha muito dinheiro tem sido gasto em segurança. O que demonstra a ausência do Estado nessa dimensão tão importante do cuidado com o cidadão.

Pagamos empresas de segurança particular para assegurar patrimônios e pessoas, blindamos os veículos, pagamos o seguro, instalamos alarmes em casas e automóveis, instalamos cercas elétricas e circuitos internos de tv. Em alguns lugares como em favelas do Rio de Janeiro paga-se R$5,00 a R$10,00 para a Milícia que assegura a favela contra os traficantes de drogas, que não cobram nada, mas não asseguram nada também. Por fim, até quando você vai estacionar o carro para ir a feira tem de pagar a alguém para que “olhe” seu carro, e garanta sua “segurança”.

Nem vamos contar o cadeado, ok?!?!

Enquanto gastamos o “olho da cara” para nos sentirmos um pouco mais seguros (e paranóicos) o Estado nos oferece uma Policia Militar em porcas condições de uso. Graças a Deus que a Polícia Federal tem parecido saudável, e polícia Civil tem se mostrado mais espertinha ultimamente, mas sabe-se lá quais são as limitações que a falta de atenção da administração pública ainda lhe causa? O fato é que Educação é o investimento de longo-prazo mais necessário em nossa sociedade brasileira atual, mas segurança é o investimento imediato mais necessário para o progresso. Pode parecer que a economia é lentamente mitigada pela insegurança, mas o processo não é tão lento assim como podemos ver. O mais pobre gasta com a Milícia e o mais rico com uma série de apetrechos de segurança o que faz o consumo e o gasto nesta área ser volumoso e direto. E o pior é que embora cada individuo possa lutar pela sua própria segurança a sensação geral de insegurança não desaparece. A ausência de um estado forte e que combate a impunidade é o caminho para uma sociedade mais segura. Veja pelo simples exemplo: Se o tempo médio de atendimento da polícia fosse de 3 minutos (como é em alguns países de primeiro mundo), a sensação de impunidade iria ser drasticamente diminuída. Quem sabe, o Masp nem mesmo tivesse sido roubado, ou os bandidos teriam sido presos à porta. Mas para isso e preciso que a estrutura seja melhorada e a corrupção combatida com força.

O Filme American Gangster, lançado em Dezembro de 2007 (Denzel Washington e Russel Crowe), mostra como que um único policial liderou a limpa do departamento de narcóticos e processou ¾ da polícia local. Com tamanha demonstração de seriedade fica sempre mais difícil de imaginar a impunidade antes de cometer um crime. Precisamos de uma polícia integra e estruturada. Precisamos que o Estado invista mais em segurança do que nós. Precisamos que se pense mais em gastos com segurança e menos em arrecadação tributária e enchimento da máquina governamental. A Economia e a Sociedade agradeceriam muito, ou seja, mais arrecadação.


PS: Alguém me responde, por favor, porque uma idéia tão simples quanto o trabalho de detentos não pode ser implantado no Brasil? Porque grandes industrias não podem se estabelecer ao lado de cadeias e presídios e capacitar presos? O mesmo trabalho que dignifica o homem, o capacitaria para uma vida fora das grades. Pode ser uma fonte de renda imensurável se levado em conta a mão-de-obra barata que um preso seria. Sem direitos trabalhistas, até mesmo o governo poderia construir industrias que fabricassem produtos cujo valor barato da produção pudesse ser repassado ao consumidor final, ou até mesmo aumentasse a tão desejada arrecadação da União. Quem sabe re-investir o dinheiro em segurança? Alguém, pelo amor de Deus, salve o Brasil!

Domingo, Novembro 25, 2007

Psicologia dos atentados com homens-bombas II - Religião é o assunto do século

Em continuação ao post anterior, ao contrário do que alguns poderiam estar esperando não vou comentar sobre os homens-bomba em diretamente porque esse assunto está mais do que comentado no post anterior pelo cineasta Pierre Rehov. Vou no entanto publicar aqui trechos de uma matéria publicada na revista The Economist entitulada "In God's Name" que foi parcialmente traduzida pelo blog http://mecdias.blogspot.com. Logo abaixo re-público o post do blog em voga, mas quem quiser pode ler direto da revista o artigo em Inglês com todas as estátisticas maiores detalhes. Notar-se-a que a questão dos homens-bombas é apenas a ponta do Iceberg sobre a questão que ainda irá se extender e determinar o futuro do mundo: Religião. Vale apena, seja você religioso ou não, o fato é que conhecer essa realidade vai no mínimo te manter bem informado e alerta, fica claro, que essa questão não deve ser ignorada. Cedo ou tarde, cético ou crentes, ninguém, poderá alienar-se de um dos tópicos mais importantes e determinantes do contexto moderno.

"A Nigéria é um país que já apresenta essa realidade. A nação é dividida igualmente entre cristãos e muçulmanos, o que é mais importante para a identidade dos habitantes do que a sua nacionalidade. Desde 1990, estima-se que 20 mil pessoas foram mortas em nome de Deus. Tornando assim a Nigéria em um dos principais campos de batalha espiritual na África.

"Obviamente, americanos e ingleses não estariam morrendo no Iraque e no Afeganistão se 19 jovens muçulmanos não tivessem atacados os Estados Unidos em nome de Alá. Anteriormente o Ocidente havia intervido militarmente para proteger muçulmanos da Bósnia e de Kosovo dos sérvios ortodoxos e croatas católicos. A próxima guerra dos Estados Unidos poderá ser contra a República Islâmica do Irã. Não podemos nos esquecer da guerra na Palestina, onde todos clamam ter Deus no seu lado. Em Myanmar, os monjes budistas se rebelaram recentemente e no Sri Lanka eles tem travado uma guerra contra os muçulmanos.

"Países que eram comunistas também têm tido que lidar com a religião. A polícia secreta russa tem na igreja ortodoxa uma opositora. No parlamento polonês, os oradores fazem o sinal da cruz antes de se pronunciarem. Alguns tecnocratas chineses apóiam o confucionismo como filosofia para o país que cresce rapidamente, mas se opõem à seita budista Falung Gong e temem que os cristãos se tornem em maior número do que os do partido comunista.

"No Ocidente a religião também tem se encontrado com a política. Alguns dizem que nos Estados Unidos, a melhor forma de saber quem é republicano e quem é democrata é perguntar com que freqüência a pessoa vai à igreja.

"O mais interessante é que um pensamento comum desde o Iluminismo era que o modernismo acabaria com a religião. Claramente não tem acontecido. A maioria dos números sobre envolvimento religioso tem demonstrado que o secularismo estagnou e a fé aumentou.
A proporção de pessoas ligadas às quatro grandes religiões -- Cristianismo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo -- passou de 67% em 1900, para 73% em 2005 e pode chegar a 80% em 2050.

"Em função desse cenário, pessoas religiosas têm tido maior participação em todas as áreas, incluindo negócios e economia. Durante a maior parte do século 20, a religião não fazia parte da política. Pensava-se que Deus havia sido desfeito por Darwin, escanteado por Marx, destruído por Freud e assim por diante.

"Mas por que o poder da religião parece estar aumentando? Primeiramente devido a uma série de ações e reações entre as religiões. Em segundo lugar, a globalização tem ajudado a propagar as religiões."

Tradução: Marcelo Dias
Publicado em: 12/11/2007
Site:
http://mecdias.blogspot.com.

Terça-feira, Agosto 28, 2007

A Grande Solução de Segurança do Brasil – A Nova Tomada

É impressionante, mas o meu país me surpreende todos os dias. A última eu to pra comentar a algumas semanas. Apartir de Agosto de 2007 até 2009 todas as tomadas elétricas terão de ser trocadas. Os aparelhos elétricos terão de ser fabricados no novo modelo brasileiro. Isso mesmo, Brasileiro. Nós, mestres da industria tecnológica e eletrônica mundial. Desenvolvemos uma nova super-tomada capaz de ser...hum... mais segura!?!?! Que mais? Só isso.

Enquanto temos problemas com segurança civil pipocando nos centros urbanos do país, estamos preocupados com os casos de choques acidentais. Me pergunto qual deve ser a porcentagem de brasileiros que morrem sob efeito do choque acidental por tomadas elétricas. Não é só isso, quem mata mais a tomada ou o tráfico de drogas? Tudo bem, alguém pode dizer que uma coisa é resolver um assunto simples como uma tomada, outra o tráfico de drogas. Mas é ridículo onerar ainda mais o cidadão com uma solução tão cara e insignificante para a vida do brasileiro. As tomadas são baratas, talvez pra mim e pra você que temos acesso a esse blog, mas e para aqueles que não tem nem acesso a Internet? Para estes, R$3,00 são 16 pães. E quanto ao gasto das fabricas na adaptação dos aparelhos eletrônicos, na própria fabricação da nova tomada, na disponibilização delas no comércio, na troca dos espelhos de parede para as tomadas, adaptação dos produtos importados e etc... Quanto gasto. Fora a bizonhisse aparente do produto. Soma-se a isso o gasto de fiscalização da transição e do combate ao antigo sistema de tomadas que acredito vá resistir bravamente por anos, mesmo que seja no submundo, famoso pelos preços baixos. O que me lembra que a obrigatoriedade da mudança encarecerá injustamente o custo do mesmo.

Por fim, fica a reflexão, enquanto o mundo se esforça sistematicamente para uma unificação homogênea, ao menos no que tange a economia, o Brasil se destaca por estar na direção oposta. Esse novo sistema para segurança do cidadão será um estorvo para a industria, na exportação e importação de produtos eletrônicos. Talvez esse fosse o tipo de produto que nos seria extremamente atrativo não fosse obrigatório, super-valorizado e fora de tempo. Há necessidades mais profundas do que estas em nossa realidade presente.

Sexta-feira, Janeiro 19, 2007

“Velhas idéias Grandes Negócios”?

Já passam da meia-noite e ainda estou acordado. Também não dá pra dormir com um presidente que parece estar dormindo, o pior, em serviço! Me equivoquei, na verdade quero dizer: Um presidente que sonha acordado. Tanto faz. O primeiro dia da reunião de Cúpula do Mercosul no Rio de Janeiro me tirou o sono. Durante todo o dia pudemos presenciar nosso eleito presidente da República defendendo aquele que humilhou e roubou nossa pátria há alguns meses atrás. E pensar que em 12 de Novembro de 1864 o Paraguai tomava o navio brasileiro Marquês de Olinda e iniciava com isso a guerra do Paraguai. A mais sangrenta batalha das Américas. Ano passado, o presidente boliviano Evo Morales tomou nossas instalações da Petrobrás em seu país. Como represália, nós apoiamos, incentivamos e brigamos pela entrada deste mesmo país no bloco do Mercosul.

Fomos humilhados quando fomos roubados, nossa soberania foi questionada assim como a autenticidade nacional do estado do Acre. Fomos ainda mais humilhados quando o representante máximo do Brasil encontrou-se com Evo Morales para sair de lá ainda mais desmoralizado, ou seria “Moralisado”? Por mais trágico que seja ainda tem algo de engraçado nisso tudo, Lula sendo picado pela cobra que criou, seu discurso sendo usado contra ele mesmo, por isso, saiu quietinho da reunião. De mãos abanando tivemos que engolir a seco a perda de milhões de reais em investimentos e infra-estrutura. Mas agora podemos respirar aliviados, sim, porque nosso presidente demonstrou algo que nos coloca em uma situação de extremo conforto e segurança. Submissão. Ironia a parte bom seria que essa submissão fosse ao presidente Evo Morales ou ao país boliviano. O pior é sermos submissos a uma velha e morta idéia. Enquanto o mundo muda e se une economicamente, e até socialmente, nós, desenvolvidos espécimes de avançadoa intelecto, nos separamos. Falamos cada vez mais de integração, mas nos separamos cada vez mais do resto do mundo com o velho papo de nacionalização. A arcaica idéia de uma sociedade justa, centralizadora e infelizmente falsa. Ficou claro que até o Lula abandonou essas idéias. Ou será que não?!?! Deu medo...

Nos acostumamos a odiar os argentinos, mas dessa vez não teve jeito, eles tinham razão. Enquanto Lula tenta enfiar a Bolívia dentro do bloco, Kirchner tentava dissuadi-lo com um simples argumento. “Eles não tem os requisitos mínimos”. Mas Lula fecha os olhos para o óbvio, os ouvidos para a verdade e abre a boca para Morales. Enquanto todos os outros países tende cumprir metas e adaptar-se a Bolívia “trapaceia” e desconfigura o bloco apresentando-se como candidata sem os mínimos requisitos. A Argentina levanta um ponto interessante: “para que as regras se não for para segui-las”? Digo mais, porque não enfia logo tudo quanto é paísinho que quer entrar no Mercosul dentro do bloco? Sem sentido algum, em nome da integração “irracional” Lula consegue introduzir um país que já se demonstrou incapaz de negociar bilateralmente (no caso da Petrobrás, por exemplo) num grupo de acordos econômicos.

O administrador Stephen Kanitz, em uma antiga entrevista ao jornalista Boris Casoy, diz que idéias velhas como a de Karl Marx são totalmente ultrapassadas hoje, o próprio Karl Marx fosse vivo diria isso. Por causa das dramáticas mudanças políticas, econômicas e sociais no mundo inteiro, fica difícil usar uma idéia tão velha e ultrapassada em situações que nem se quer existiam quando a teoria foi formulada (a globalização é um bom exemplo). Sendo assim, precisamos de teorias novas, de pensamentos novos que só se adaptam ao tempo em que vivemos. Veja um triste quadro do Brasil nosso sistema de previdência privada está em franca falência porque estamos baseando-o num arcaico sistema socialista. Não há acumulação, há redistribuição, os que trabalham pagam pelos que estão aposentados. Como o numero de aposentados vem crescendo e o de contribuintes/empregados diminuindo a quebra será inevitável. É irônico, mas quanto mais o Brasil for capaz de aumentar o tempo de vida de seus cidadãos, mais dividas ele terá que pagar e teremos menos crescimento econômico. Isso é contraditório, porque mais pessoas é igual a mais consumo e por ai vai.

Fico aqui falando mal do presidente, mas cabe a nós mudarmos essa situação. Da próxima vez, votemos mais conscientes. O Brasil é o pais que é porque o povo é pouco informado, principalmente sobre questões políticas, econômicas e até sociais. Eu sinceramente não creio que educação seja tudo, mas é alguma coisa com certeza. O problema é que nunca teremos uma boa educação enquanto estivermos fundamentados sob as velhas estruturas de pensamento. É hora do brasileiro pensar e gerar novas soluções para seus próprios e atuais desafios.

Segunda-feira, Setembro 04, 2006

Porque não voto no Lula I

Além das razões expostas nos posts anteriores tenho algumas outras mais profundas e contundentes. Pretendo apresentar evidências claras que demonstram o populismo indiscriminado do atual Presidente, assim como sua incompetência em administrar o país, limpá-lo da corrupção vigente e em relacionar-se internacionalmente. Farei isso em aproximadamente 5 posts.

Vamos começar pelo último tópico citado acima. Relacionamento internacional. Nesse ponto nos vem logo a mente Evo Morales, o presidente do estado Boliviano. Que conseguiu destruir nossa moral e a de Lula num único golpe populista e autoritário de seu governo. Isso significa que o populismo é um cão traiçoeiro que morde o próprio dono, Lula que o diga. Por suas raízes e idealismo populistas Lula deixa-se ser enrolado pelo “amigo” boliviano. Entregando de mão beijada milhões de investimentos brasileiros na mão da Bolívia. A quebra de contrato, o abuso de autoridade e muitas outras irregularidades foram sublimadas pela diplomacia Lulista. Que abriu as pernas do nosso país humilhando-nos a todos; defasando ainda mais nossa economia com um prejuízo imbecil como esse. E nós deixamos que ele fizesse isso. Foi interessante notar que um colunista da revista VEJA ressaltou em seu artigo que a última vez que um bem do Brasil foi confiscado por outro país de forma irregular foi no século XIX quando o Paraguai tomou um navio Brasileiro. Começou ali a guerra do Brasil com o Paraguai.

Agora, um presidente irresponsável toma as instalações bilionárias de nossa maior empresa arbitrariamente e tudo o que fazemos é conversar. Não. Minto! Nós acenamos em despedida a nossas instalações e dissemos “Você vai ver só!”, fazendo bico de criança chorosa. Alias essa foi a reação dos diretores da Petrobrás não a do Lula. A reação do presidente do Brasil foi ainda pior. Um grande e gordo “fazer o que?” para o povo brasileiro. Mas isso é a ponta do Iceberg. O tão alardeado crescimento econômico é uma farsa gigantesca. Enquanto todo o mundo cresce com a globalização o Brasil perde. Inclusive para seus irmão sul-americanos. A vergonhosa comparação encontra-se no quadro abaixo. Um dos maiores países do mundo, e rico em recursos naturais perde de países desprovidos de tantas oportunidades como o Brasil.